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Organização da 5ª Semana Nacional do Cerrado publica Carta de Repúdio ao Eco-Genocídio que enfrenta a região

CARTA ABERTA – Carta de Goiânia

Carta de Repúdio ao Eco-Genocídio do Cerrado

Organizadores e Organizadoras da 5ª Semana Nacional do Cerrado

O Cerrado pulsa como coração biogeográfico do Brasil. É o berço das águas, guardião da sociobiodiversidade e território de inúmeros povos que, há séculos, cultivam modos de vida que sustentam a terra e a coletividade. No entanto, esse mesmo coração está sendo arrancado a golpes de fogo, veneno e ganância. Diante do agravamento da destruição ambiental e humana que atinge este bioma, nós, organizadores e organizadoras da 5ª Semana Nacional do Cerrado (V SENACER), reunidos no mês de setembro de 2025, manifestamos repúdio público ao eco-genocídio em curso no Cerrado e à violação sistemática dos direitos de seus povos e comunidades tradicionais.

1. Um crime contra a vida, a natureza e os povos

O eco-genocídio – conceito reafirmado pelo Tribunal Permanente dos Povos (TPP) na Sessão em Defesa dos Territórios do Cerrado (Roma/Goiânia, 2022) – designa a destruição deliberada e articulada do bioma e o extermínio físico, cultural e simbólico de seus povos. É a face contemporânea de um processo histórico de colonização e usurpação territorial iniciado com a ocupação dos “sertões” no século XX e intensificado pela chamada Revolução Verde, que transformou o Cerrado em fronteira do agronegócio e laboratório de um modelo agroexportador devastador.

Hoje, mais de 50% da cobertura vegetal original do Cerrado já foi suprimida. Rios secam, nascentes morrem, espécies desaparecem. O ar e o solo são contaminados por milhões de litros de agrotóxicos despejados anualmente por aviões que envenenam plantações, animais e pessoas. Os incêndios criminosos se multiplicam, convertendo florestas em cinzas e expulsando comunidades inteiras.

Mas o Cerrado não morre sozinho: com ele morrem os povos que o protegem – indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco-babaçu, geraizeiros, veredeiros, ribeirinhos, agricultores familiares e tantos outros que há séculos cuidam desse território com sabedoria e afeto.

2. O veredito da terra: denúncia e justiça

Em 2022, o Júri Internacional do TPP condenou o Estado brasileiro, Estados estrangeiros e corporações nacionais e internacionais pelos crimes de ecocídio e genocídio contra o Cerrado e seus povos. O veredito reconheceu que tais práticas configuram crimes de sistema, alimentados pela grilagem, mineração predatória, expansão de monocultivos e uso intensivo de agrotóxicos – políticas que violam direitos humanos, territoriais e ambientais, e ameaçam o equilíbrio climático global.

Nós, signatários desta Carta, reiteramos o teor dessa condenação. Repudiamos a negligência histórica e institucional do Estado brasileiro, que continua a permitir e incentivar a destruição do Cerrado em nome de interesses econômicos e do lucro de poucos, em detrimento da vida de milhões.Rechaçamos também a violência cotidiana contra defensores ambientais, lideranças comunitárias e povos originários, que têm sido perseguidos, criminalizados e assassinados por protegerem o que é de todos: a vida.

3. Pela resistência dos povos e pela justiça climática

O Cerrado resiste porque resistem seus povos. A força das quebradeiras de coco, dos guardiões das veredas, dos jovens educadores, das mulheres quilombolas e indígenas, dos agricultores e pesquisadoras que integram a V SENACER, é o que mantém viva a esperança de um futuro sustentável.Inspirados pela Pedagogia Freireana, reafirmamos a importância do diálogo entre saberes científicos e tradicionais, e reconhecemos o papel transformador da educação pública e da extensão na formação de uma consciência crítica frente à crise climática. A V SENACER é, assim, um ato político-pedagógico de resistência, em defesa do Cerrado como território de vida e não de mercadoria.

4. Inclusão da Semana do Cerrado no calendário letivo

Exortamos os estados e municípios inseridos no território do Cerrado e em suas áreas de transição a instituírem, em seus calendários escolares, a Semana do Cerrado, como política pública de educação ambiental e valorização identitária. Tal medida, a exemplo do que já ocorre no Distrito Federal, onde a Lei nº 7.053, publicada no Diário Oficial do DF de 06 de janeiro de 2022, inclui a Semana do Cerrado no calendário letivo da rede de ensino – realizada anualmente de 5 a 11 de setembro –, constitui importante instrumento de mobilização social, formação cidadã e defesa do bioma.

5. Nossas reivindicações

À luz do legado do TPP e das recomendações de sua sentença, exigimos:

1. Reconhecimento constitucional do Cerrado e da Caatinga como patrimôniosnacionais, mediante aprovação imediata da PEC 504/2010, sob o lema “Riqueza presente, herança futura”;

2. Demarcação e titulação imediata dos territórios indígenas, quilombolas etradicionais;

3. Fim das políticas de incentivo ao agronegócio destrutivo, à mineração e aosmegaprojetos que violam direitos humanos e ambientais;

4. Proibição da pulverização aérea de agrotóxicos e revisão urgente da legislação quefavorece o uso indiscriminado de venenos;

5. Proteção das águas do Cerrado, garantindo acesso prioritário e sustentável àscomunidades locais;

6. Criação de políticas públicas permanentes de soberania alimentar, agroecologia etecnologias sociais que respeitem os modos de vida cerradeiros;

7. Investigação e responsabilização de empresas, agentes públicos e privadosenvolvidos em crimes ambientais e violências no campo;

8. Investimentos contínuos em educação ambiental crítica e a reestruturação doscurrículos para incluir saberes tradicionais, valorização do Cerrado e formaçãodocente voltada à sustentabilidade, promovendo consciência ecológica ecompromisso com a preservação do bioma.

9. Inclusão da Semana do Cerrado nos calendários letivos de redes de ensinomunicipal e estadual dos municípios e estados inseridos no bioma e em suas áreasde transição.

6. Chamado aos poderes e à sociedade

Encaminhamos esta Carta de Repúdio ao Eco-Genocídio do Cerrado aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, à Coordenação da COP 30, e às instituições nacionais e internacionais de direitos humanos e meio ambiente.

Convocamos ainda toda a sociedade brasileira a reconhecer que não há justiça climática sem Cerrado vivo.

Sem suas águas, seus povos e sua biodiversidade, não há futuro possível

Que esta Carta seja mais do que denúncia: que seja semente.

Semente de esperança, de mobilização e de justiça – que floresça em cada escola, comunidade, universidade e território do Cerrado, e que faça ecoar, em todo o país e além dele, a voz que clama:

“Parem o eco-genocídio! O Cerrado é vida, e a vida não se negocia.”

Goiânia, 31 de outubro de 2025.


Assinam,

Membros(as) da Comissão Organizadora da V Semana Nacional do Cerrado – “Povos, saberes e natureza do Cerrado: resistência à crise climática”

1. Adeilton Oliveira de Souza, Instituto Federal de Brasília – IFB (E-mail: adeilton.souza@ifb.edu.br).
2. Adriano Antonio Brito Darosci, Instituto Federal Goiano – IF Goiano (E-mail: adriano.darosci@ifgoiano.edu.br).
3. Alba Pedreira Vieira, Universidade Federal de Viçosa – UFV, (E-mail: apvieira@ufv.br).
4. Alcineia Pereira do Nascimento, Secretaria de Estado da Educação de Goiás –
SEDUC-GO (E-mail: alcineiap2@gmail.com).
5. Aline de Fátima Marques, Universidade Federal de Jataí – UFJ (E-mail: aline.marques@discente.ufj.edu.br).
6. Ana Carolina de Oliveira Motta, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail: ana.motta@ifg.edu.br).
7. Ana Katharina Pereira Navarro, Instituto Federal de Brasília – IFB (E-mail: anaa.kathw@gmail.com).
8. Ana Maria Mapeli, Universidade Federal do Oeste da Bahia – UFOB (E-mail: mmapeli@ufob.edu.br).
9. Anderson Ernane de Souza Nascimento, Centro Universitário Unifatecie (E-mail: anderson.hernane@gmail.com).10. André Luiz Silva Oliveira, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail: andreluiz@ufg.br).
11. Bruna Vieira Nunes, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (E-mail: brunavieiranuunes@gmail.com).
12. Bruno Fiorese Fernandes, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail: bruno.fiorese@ifg.edu.br).
13. Camila Aoki, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS (E-mail: camila.aoki@ufms.br).
14. Clesio Barbosa Lemos Júnior, Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG
(E-mail: clesio.junior@uemg.br).
15. Daisy Luzia do Nascimento Silva Caetano, Instituto Federal de Goiás – IFG, e Associação dos Geógrafos Brasileiros-Seção Goiânia – AGB-Seção Goiânia (Email: daisy.caetano@ifg.edu.br).
16. Daniela Pereira da Silva Carvalho, Universidade Estadual de Campinas –
UNICAMP (E-mail: d272517@dac.unicamp.br).
17. Davi Silva Fagundes, Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal –
SEDF, e Programa Decarbonize Brasília (E-mail: decarbonize.brasilia@gmail.com).
18. Deise Katiuscia Xavier Kaisa Oliveira, Centro Universitário de Mineiros – UNIFIMES
(E-mail: deise@unifimes.edu.br).
19. Divina Aparecida Leonel Lunas, Universidade Estadual de Goiás – UEG (E-mail:
divina.lunas@ueg.br / teccer@ueg.br).
20. Diorny da Silva Reis, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais – IFNMG (E-mail: diorny.reis@ifnmg.edu.br).
21. Djane Victoria Pessoa Ferreira, Universidade de Brasília – UnB (E-mail: victoriapessoa13@gmail.com).
22. Edna Lopes Miranda, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS (Email: edna.miranda@ufms.br).
23. Enio Rodovalho dos Santos, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail: eniorodovalho@ufg.br).
24. Ereni Maria de Jesus, Associação de Moradores do Bairro Jardim Inconfidência de
Uberlândia/MG – AMJI-Uberlândia/MG (E-mail: ereni1965@yahoo.com.br).
25. Fausto Makishi, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG (E-mail: faustomakishi@gmail.com).26. Fernanda Keley Silva Pereira Navarro, Instituto Federal de Brasília – IFB (E-mail: fernanda.navarro@ifb.edu.br)
27. Flomar Ambrosina Oliveira Chagas, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail: flomarchagas@gmail.com).
28. Gabriel Pereira Lopes, Instituto Federal do Triângulo Mineiro – IFTM (E-mail: gabriellopes@iftm.edu.br).
29. Giseli Gomes Dalla Nora, Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT (E-mail: giseli.nora@gmail.com).
30. Giselle Alves Dias de Sousa, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail: giselle.dias@ifg.edu.br).
31. Gislene Auxiliadora Ferreira, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail: gislene_ferreira@ufg.br).
32. Gustavo Rodrigues Morgado, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais – IFNMG
(E-mail: gustavo.morgado@ifnmg.edu.br).
33. Isabela Cristina Gomes Honório, Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG
(E-mail: isabela.honorio@uemg.br).
34. Jefferson Rabal, AGA Brasil e Associação Brota Cerrado de Certificação
Participativa (E-mail: jefferson@agabrasil.org.br).
35. José Elizaldo Araujo da Silva, Universidade Federal do Maranhão – UFMA (E-mail:
josehhelizaldo@gmail.com).
36. Juliana Marzinek, Universidade Federal de Uberlândia – UFU (E-mail: jmarzinek@ufu.br).
37. Juliana Ramalho Barros, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail: juliana@ufg.br).
38. Juliano André Bogoni, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT (E-mail: bogoni.ja@gmail.com).
39. Katia Alcione Kopp, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail: kakopp@ufg.br).
40. Kênia Gonçalves Costa, Universidade Federal do Norte do Tocantins – UFNT (Email: kenia.costa@ufnt.edu.br).
41. Larissa Cristina Dias Limírio, Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade – ICMBio (E-mail: larissa.limirio@icmbio.gov.br).
42. Larissa de Mello Evangelista, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
larissa.evangelista@ufg.br).

43. Leide Dayanne Silva de Sousa, Universidade Estadual de Goiás – UEG (E mail: leide.sousa@ueg.br).
44. Leonora Malheiro Ferreira, Escola Municipal de Educação Integral Retiro do Bosque
– Secretária Municipal de Educação de Aparecida de Goiânia/GO – SME-Aparecida
de Goiânia/GO (E-mail: mestrado.malheiro@gmail.com).
45. Leticia de Almeida Nogueira e Moura, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail:
leticia.moura@ifg.edu.br).
46. Luciana Alves de Oliveira, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
lucianaicb@ufg.br).
47. Manuel Eduardo Ferreira, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
manuel@ufg.br).
48. Marcelo Bruno Araújo Queiroz, Instituto Federal do Piauí – IFPI (E-mail:
marcelobrunoqueiroz@gmail.com).
49. Marcelo Kuhlmann Peres, Universidade de Brasília – UnB (E-mail:
biom.fg21@gmail.com).
50. Márcia de Negreiros Viana, Instituto Federal do Ceará – IFCE (E-mail:
marcia.viana@ifce.edu.br).
51. Marco Antônio Gomes de Carvalho, Instituto Federal de Goiás – IFG, e Sociedade
Porto das Antas (E-mail: marco.carvalho@ifg.edu.br).
52. Marco Aurélio Cardoso, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
aureliocardoso@ufg.br).
53. Maria Aparecida de Sá Xavier, Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro
– SME-Rio de Janeiro/RJ e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro –
UNIRIO (E-mail: airamxavier@yahoo.com.br).
54. Maria Cristina Sanches, Universidade Federal de Uberlândia – UFU (E-mail:
sanchesmc@ufu.br).
55. Marjorie Karoline Duarte Araujo do Couto, Centro Universitário Adventista de São
Paulo – UNASP (E-mail: mkplan.arquitetura@gmail.com).
56. Marluce Silva Sousa, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail:
marluce.sousa@ifg.edu.br).
57. Mauricio Vieira Gomes da Silva, Universidade Federal do ABC – UFABC (E-mail:
mauricio.vieira@ufabc.edu.br).
58. Mayra Vannessa Lizcano Toledo, Universidade Estadual Paulista – UNESP (E-mail:
mayra.lizcano@unesp.br).59. Michel Mendes, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
michel.mendes@ufg.br).
60. Milena Muniz de Sousa Alves, Universidade de Brasília – UnB (E-mail:
milenamunizpidf@gmail.com).
61. Miriam Antonia Soares Filha, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail:
miriam.soares@ifg.edu.br).
62. Murilo Mendonça Oliveira de Souza, Universidade Estadual de Goiás – UEG (Email: murilo.souza@ueg.br).
63. Nayara da Silva Ribeiro, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT (Email: nayara.ribeiro1@unemat.br).
64. Natália Tolêdo Sacchetto, Universidade Federal de Viçosa – UFV (E-mail:
natalia.sacchetto@ufv.br).
65. Octaviano Khalil Axcar, Instituto Fruto Brasil (E-mail: khalil@frutourbano.org.br).
66. Pablo Martins Bernadi Coelho, Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG
(E-mail: pablo.coelho@uemg.br).
67. Paula Benevides de Morais, Universidade Federal do Tocantins – UFT (E-mail:
moraispb@mail.uft.edu.br).
68. Pedro Neves da Rocha, Universidade Estadual Paulista – UNESP (E-mail:
pedro.n.rocha@unesp.br).
69. Plínio Alexandre dos Santos Caetano, Instituto Federal de São Paulo – IFSP (Email: plinio@ifsp.edu.br).
70. Rafael Amaral Shayani, Universidade de Brasília – UnB (E-mail: shayani@unb.br).
71. Rafael Costa Leite, Universidade Estadual do Maranhão – UEMA (E-mail:
rafael.loreto12@gmail.com).
72. Rafael Gustavo Capinzaiki Ottonicar, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
de Bauru/SP – SENAI-Bauru/SP (E-mail: rafael.gcottonicar@sp.senac.br).
73. Raíza Dias Amaral, Escola Estadual Professor Henrique de Matos, Secretaria de
Estado da Educação de Minas Gerais – SEE-MG (E-mail: raizamaral@gmail.com).
74. Renata Alves de Paiva Fortes, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
renata_alves@discente.ufg.br).
75. Renato Fonseca de Arruda, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT
(E-mail: fonsecaarruda@gmail.com).
76. Ricardo Takayuki Tadokoro, Instituto Federal Goiano – IF Goiano (E-mail:
ricardo.tadokoro@ifgoiano.edu.br).77. Rodrigo Marciel Soares Dutra, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail:
rodrigo.dutra@ifg.edu.br).
78. Rosa Maria de Brito Steckelberg, Universidade Federal de Goiás – UFG (E-mail:
rosagoianesia2@gmail.com).
79. Rosângela Azevedo Corrêa, Museu do Cerrado / Faculdade de Educação /
Universidade de Brasília – UnB (E-mail: museudocerrado.unb@gmail.com).
80. Rúbia Cristina Diógenes Pinheiro, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail:
rubia.pinheiro@ifg.edu.br).
81. Sérgio Willians de Oliveira Rodrigues, Universidade Federal de Goiás – UFG (Email: swor@ufg.br).
82. Silvana Afonso Costa, Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Álvares de
Azevedo – Secretária de Estado da Educação de Rondônia – SEDUC-RO (E-mail:
p.sil.geo@gmail.com).
83. Solange Ikeda Castrillon, Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT (Email: solangeikeda@unemat.br).
84. Stephanni Gabriella Silva Sudré, Universidade Federal do Norte do Tocantins –
UFNT (E-mail: stephanni.sudre@ufnt.edu.br).
85. Sula Salani Mota, Universidade do Distrito Federal – UnDF (E-mail: sula.salani@undf.edu.br).
86. Taciane Schröder Jorge, Universidade Federal de Uberlândia – UFU (E-mail: taci.jorge@gmail.com).
87. Thamyris Carvalho Andrade, Universidade Federal do Tocantins – UFT (E-mail: thamyris.andrade@mail.uft.edu.br).
88. Thiago Ruiz Zimmer, Instituto Federal de Goiás – IFG (E-mail: thiago.zimmer@ifg.edu.br).
89. Thomas Leonardo Marques de Castro Leal, Instituto Federal de Goiás – IFG (Email: thomas.leal@ifg.edu.br).
90. Valdivino Domingos de Oliveira Júnior, Universidade Federal de Viçosa – UFV (Email: valdivino.junior@ufv.br).
91. Vladia Correchel, Universidade Federal de Goiás – UFG, (E-mail: vladiaea@ufg.br).
92. Wanessa Silva Rocha, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás –
CREA-GO (E-mail: wrochaamb@gmail.com).
93. Wéltima Teixeira Cunha, Instituto Federal da Bahia – IFBA (E-mail:
weltimacunha@gmail.com).94. Yule Roberta Ferreira Nunes, Universidade Estadual de Montes Claros –UNIMONTES (E-mail: yule.nunes@unimontes.br).


 Foto em destaque: Thomas Bauer/CPT-H3000